sexta-feira, 13 de abril de 2007

Prova de Jornalismo e Novas Tecnologias


1) O escritor baiano João Ubaldo Ribeiro afirmou: "A única coisa boa do futuro é que não vou estar lá". Você concorda? Por quê?



Durante os últimos cem anos, os avanços da ciência foram notáveis, marcando um período de mudanças e transformações. O futuro vem chegando acompanhado de descobertas, e causando temor àqueles que fogem do novo. Concordando com esta afirmação, o escritor baiano João Ubaldo Ribeiro pronuncia-se: "A única coisa boa do futuro é que não vou estar lá.”.

Para essas pessoas, a evolução tecnológica causará um forte impacto nos aspectos econômicos, sociais e culturais da civilização. Os sentimentos de medo do futuro são: preocupação, insegurança, ansiedade, irritação. Neste parâmetro se tem a sensação de que alguma coisa vai ou pode dar errado, pelo simples fato de que cômodo mesmo, e dar continuidade a forma habitual de se viver, livre de transformações.


Será o futuro?


Prever o futuro ou, pelo menos, compreender como o desenvolvimento tecnológico vai afetar a vida das pessoas não é tarefa fácil. No entanto, é necessária uma adaptação a novos produtos e invenções para enfrentar o competitivo mundo comercial de amanhã. Caso contrário, o cidadão que teme as mudanças corre o risco de se tornar obsoleto.

Para o sociólogo Bernardo Kucinski, Doutor em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo (USP), o período que se prossegue “é o início de uma revolução, parecida talvez com a Revolução Industrial”, apesar de existir relutância quanto ao uso do termo revolução.

O futuro possibilita continuamente o desenvolvimento da informática, a evolução das ciências biológicas, a manipulação molecular da matéria, assim como a adaptação do homem a essas mudanças. O jornalista Ethevaldo Siqueira, autor do livro 2015, como viveremos, faz uma previsão para esta data, afirmando que o número de usuários de celular chegará a três bilhões, em um universo de cerca de 7,2 bilhões de habitantes que a Terra terá então.

João Ubaldo Ribeiro pode não querer fazer parte deste futuro próximo, mas também já se rendeu à praticidade que a tecnologia reserva para atrair as pessoas. O escritor já não escreve mais à mão a coluna dele para o jornal Diário do Nordeste, ele recorre ao computador. É o que ele mesmo diz na publicação do impresso para o dia três de junho de 2006.


terça-feira, 3 de abril de 2007

Quitanda



Este motel vem adotando uma campanha publicitária 100% natureba.


À base de frutas!!!!